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Informe nº 917 | Curitiba, 14 de julho de 2016

Informe nº 917 | Curitiba, 14 de julho de 2016

Sobre a obesidade

Textos a serem consultados quando se tratar de obesidade:


Portaria nº 424/GM/MS, de 19 de março de 2013
Redefine as diretrizes para a organização da prevenção e do tratamento do sobrepeso e obesidade como linha de cuidado prioritária da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas.
Clique aqui.

Portaria nº 425/GM/MS, de 19 de março de 2013
Estabelece regulamento técnico, normas e critérios para a Assistência de Alta Complexidade ao Indivíduo com Obesidade.
Clique aqui

Saúde da família: a estratégia para o SUS com a qualidade que queremos

A organização dos fluxos dos serviços de saúde se dá, precipuamente, a partir da atenção básica, a porta de entrada clássica para o SUS. Desse nível de atenção, os usuários acessam os serviços de maior complexidade, tais como consultas especializadas e cirurgias.

Embora de fundamental relevância na organização do SUS, a atenção básica não recebe tratamento condizente com a sua importância, o que impede o seu pleno desenvolvimento e impacta nas atividades do SUS, a exemplo das Unidades de Pronto Atendimento, que ficam lotadas com pacientes que poderiam ser tratados nas Unidades de Saúde.

Várias são as reclamações dos usuários que recebem atendimento na atenção básica, especialmente em relação à demora e à falta de profissionais (médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem), de insumos e de medicamentos.

O município de Florianópolis parecer ser um exemplo de como os investimentos na atenção básica refletem positivamente nos demais níveis de atenção. Nos últimos dez anos, o município investiu em qualificação e contratação de equipes da Estratégia Saúde da Família, passando de 48 equipes em 2005 para 135 em 2015. Com isso, estendeu a cobertura para 100% de sua população. Como reflexo, quase não há mais agendamento de consultas, os pacientes são atendidos no mesmo dia por profissionais especializados em saúde da família e da comunidade[1].

Criado como mecanismo para a expansão e qualificação da atenção básica, o Programa Estratégia Saúde da Família tem se consolidado como um dos principais componentes da atenção básica, aproximando profissionais de saúde e pacientes e melhorando a resolutividade no atendimento.

A Portaria GM/MS 2488/2011 recomenda que a equipe saúde da família seja composta por, no mínimo, um médico (generalista, especialista em saúde da família ou médico de família e comunidade), enfermeiro (generalista ou especialista em saúde da família), auxiliar ou técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde. Além disso, o número de agentes comunitários da saúde deve ser suficiente para cobrir 100% da população cadastrada e cada equipe de saúde da família deve ser responsável por, no máximo, 4.000 pessoas.

 

Para conhecer o histórico de cobertura da saúde da família do seu município, o número de agentes comunitários e equipes, dentre outros dados, clique aqui para acessar a página do Ministério da Saúde.

 


[1]Bom Dia Brasil. Disponível em:

 

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ
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