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Correio da Saúde - Informe nº 586 - 02/02/2010

CORREIO DA SAÚDE

 

TO BE OR NOT TO BE

Frequentemente nos deparamos, em alguns municípios (vários deles com pequenas populações), com um fato causador de graves crises na administração pública. A prefeitura se debate entre manter um hospital próprio e/ou prover os serviços de atenção básica para a coletividade. Muitas vezes não cumpre bem nenhuma das duas incumbências.

O custo dessas estruturas é elevado, principalmente onde existe baixa densidade demográfica (recorde-se que aproximadamente 80% das aglomerações urbanas, no Paraná, possuem menos de 20 mil habitantes).

Existe opção a ser feita, inabilitando uma das estruturas de saúde?

Provavelmente não, em que pese o assunto comportar certa margem de manobra, alterando-se determinados fluxos.

O assunto remete, de qualquer forma, à correta identificação da missão central de cada município dentro do modelo nacional constituído no Sistema Único de Saúde.

O contraste aqui apontado (atenção básica X atenção hospitalar) é discutido em artigo do prof. Gilson Carvalho, em sua coluna na internet. A leitura é particularmente instigante.

A íntegra do texto encontra-se em anexo. [ver]

 

Matérias relacionadas: (links internos)
»  Correios da Saúde (índice)
»  Investir em primeiros cuidados à saúde ou construir e reabrir hospitais, ampliando número de leitos?
    (Doutrina)

Referência: (link externo)
»  IDISA - Instituto de Direito Sanitário Aplicado

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