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Correio da Saúde - Informe nº 732 - 07/03/2012

Edição nº 732 | Curitiba, 30 de março de 2012

uma frase

"Tudo o que meus pacientes descobriram, após anos de análise, eles já sabiam. Só que não sabiam que sabiam" (Sigmund Freud, *1856 +1939)

um endereço útil

No sítio "Crack, é possível vencer", há importante material sobre drogas, desde o histórico de seu aparecimento até aspectos de prevenção, cuidados, tratamento, consequências do uso, campanhas de recuperação e reinserção social de dependentes.

Lá também está disponível material informativo e as bases em conhecimentos científicos atualizados, que podem auxiliar iniciativas voltadas à prevenção e a recuperação de usuários de crack e outras drogas.

Acesse a página aqui.

cegonha

Os indicadores de mortalidade materna e infantil no Brasil ainda são elevados, estando o país ainda longe dos índices mundialmente aceitáveis.

Para adotar medidas destinadas a assegurar a melhoria do acesso, da cobertura e da qualidade do acompanhamento pré-natal, da assistência ao parto e puerpério e da assistência à criança, o Ministério da Saúde, pela Portaria GM/MS n. 1.459, de 24 de junho de 2011, instituiu no âmbito do SUS a “Rede Cegonha”: sistema integrado e articulado, em todos os níveis de complexidade, que visa a assegurar à mulher o direito ao planejamento reprodutivo e a atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério, bem como à criança o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e ao desenvolvimento saudáveis.

A Portaria ainda estabelece significativos incentivos financeiros da União aos Estados e Municípios que se habilitarem, sobretudo para pagamento de novos exames no pré-natal e de kits para gestantes, parteiras e unidades básicas de saúde, para financiamento, para construção e funcionamento de centros de parto normal, casas de gestantes e puérperas, para a ampliação e qualificação de leitos de UTI e de leitos para gestantes de alto risco, além de incentivo federal por gestante integralmente atendida pela “Rede Cegonha” (inclusive para transporte seguro delas, durante o pré-natal e para o parto).

Como regulamentado pela Portaria SAS/MS n. 650/11, os Estados e Municípios devem elaborar seus Planos Municipal/Estadual de Ação e criar e instituir seus Grupos Municipal/Estadual da Rede Cegonha. O Paraná já providenciou os documentos a seu cargo, cabendo agora aos gestores municipais do SUS a adoção dessas providências, para integrarem a Rede e receberem todos o suporte de custeio.

Assim, sugere-se que os agentes ministeriais instem os gestores locais do SUS a informarem a respeito, bem como seja dado amplo conhecimento do assunto aos respectivos Conselhos Municipais de Saúde, para manifestação e acompanhamento.

ANEXO

(Resumo das principais obrigações da gestão municipal do SUS no pré-natal, parto, puerpério e primeiro ano de vida da criança)

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imagem: http://www.unicef.org.br/

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ

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