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Correio da Saúde - Informe nº 734 - 11/03/2012

Edição nº 734 | Curitiba, 11 de abril de 2012

uma opinião

“A mídia não cobre o saber médico de forma integral ou global, e sim aquilo que gera sensação de empoderamento ao indivíduo sobre sua saúde. Tudo o que está fora disso é desprivilegiado. Mas trata-se de um empoderamento ilusório e paranoico, porque deixa o indivíduo em constante preocupação com saúde e com doença”. (Paulo Vaz, pesquisador e professor da UFRJ, revista RADIS, nº 106, jun. 2011, p. 14).

outra opinião

"O segmento do conselho que representa o gestor dispõe de um recurso escasso e, por isso mesmo, importantíssimo: a informação. Esse acesso privilegiado à informação, em certos aspectos tendendo ao monopólio, constitui um importante recurso de poder, considerando que essa informação pode ser sonegada, divulgada parcialmente ou mesmo manipulada em função dos interesses de quem dela dispõe." (Mário Fucks, Participação e Influência Política no Conselho Municipal de Saúde de Curitiba, Revista de Sociologia e Política, nº 25: p. 47-61, nov. 2005, [disponível aqui])

retrocesso, segundo gilson carvalho

"A LC 141 é mais um dos fracassos que o SUS terá que enfrentar e por muitos anos. Não podemos fazer o jogo do governo federal e dar uma de contente: "pelo menos definiu o que são e não são as ações de saúde". O fracasso maior foi não ter aumentado nenhum tostão para a área de saúde, principalmente devido á permanência do critério federal de calcular seu quantitativo pelo percentual do PIB e não como os 10% de sua receita corrente bruta.

Outro fracasso, não atentado por muitos, é que sumiu do art. 35 os 50% a serem distribuídos a estados e municípios pelo coeficiente populacional. Ficou 100% baseado em critérios genéricos onde tudo cabe, repetindo os critérios do art. 35 da Lei 8080 e acrescentado como novidade o socioeconômico e o por necessidade de saúde."

(Gilson Carvalho, professor e médico sanitarista, em entrevista à Revista do Conasems, nº 40, jan-fev 2012, p.7)


conversa sobre direito sanitário ao vivo

O PJ Reynaldo Mapelli Júnior (MP SP), atualmente na chefia de gabinete da SESA SP, fala de temas autuais de direito sanitário, sobre o fornecimento de medicamentos, a relação entre a indústria farmacêutica e alguns profissionais médicos, saúde mental, drogadição, internação compulsória, etc.

A matéria foi divulgada no portal Jovem Pan On line News, em 29/3/2012.

Assista o vídeo aqui.


correção

Leia aqui a edição nº 718 do Correio da Saúde que foi retificada.

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ

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