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Correio da Saúde - Informe nº 865

Edição nº 865 | Curitiba, 6 de maio de 2015

Hanseniíase, o problema persistente

Hanseníase é uma doença crônica, infectocontagiosa, cujo principal agente etiológico é o Mycoacterium leprae. Sua transmição se dá através de secreções nasais, gotículas de saliva propagadas pela fala, tosse e espírro por pacientes sem tratamento.

Os dados divulgados pelo Ministério da Saúde, no final de janeiro deste ano, apenas aparentemente são positivos: a taxa de prevalência caiu 68% nos últimos 10 anos, passando de 4,52 por 10 mil habitantes, em 2003, para 1,42 por 10 mil habitantes, em 2013.

Ocorre que o ritmo da queda não será suficiente para cumprir um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, estabelecidos pela OMS: eliminar a hanseníase até o fim de 2015 - ou seja, no máximo 1 caso para cada 10 mil habitantes.

Desta forma, o Brasil é o único país do mundo que não conseguiu eliminar a doença e o que concentra mais casos novos dela a cada ano.

Sobre tal enfermidade, foi elaborado no ano de 2008 um estudo pelo CAO acerca do assunto, que resultou no ofício circular nº 7/08, no qual constam informações e sugestões de atuações para os colegas.

Leia aqui a matéria completa e aqui o ofício circular.


Governo veta mais da metade dos pedidos de incorporação de novos remédios ao SUS

Nos 3 últimos anos, mais da metade dos 168 remédios com pedidos de inclusão na rede pública foram rejeitados, entre eles, drogas para o tratamento de tumores e doenças infecciosas.

No mesmo período, dos 75 remédios aprovados, 49 foram solicitados pelo próprio governo, sendo que apenas 10 têm até 5 anos de mercado, pois as novas tecnologias tendem a ser mais caras, implicando em mais gastos.

Os dados são da da Interfarma.

Leia aqui a matéria completa

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ

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